pa A Ilíada Benfiquista
Quinta-feira, Dezembro 24, 2009
Votos e desejos
Feliz Natal? O meu Natal é em Maio.

Cumprimentos, leitores. Que aqueles de vós que o festejam agora se divirtam. Eu, por mim, não me posso divertir, já que ninguém me deixa bombardear o Colombo. Uns tristes, estes gajos.
 
por JAS às 19:09 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Dezembro 22, 2009
O relvado
Depois do clássico de Domingo muito se tem falado acerca do estado do relvado da Luz.
Fucile disse que o campo tinha prejudicado o jogo do Porto. Quem o ouça pode ser levado a pensar que o SLB não apresentou uma equipa de jogadores mas antes de tractores.
Dois dias após o jogo parece-me a altura apropriada para explicar ao Fucile que não foi o campo que o fez jogar miseravelmente, foram mesmo o Urreta e o Weldon que lhe fizeram a cabeça em água.

Jesualdo também falou do relvado.
Até percebo porque: é preferível arranjar desculpas a assumir sem rodeios que jogou com três médios mais defensivos porque teve medo do Benfas.
Ontem tive o privilégio de, enquanto tentava sair do caos que era Lisboa ao fim do dia, ouvir no Lugar Cativo do RCP alguns adeptos sportinguistas e portistas (ou seja, a Santíssima Aliança) que se mostravam indignados com o "batatal" da Luz e afirmavam, sentindo certamente a sua honradez manchada, que JJ nunca deveria ter falado no relvado do Sporting.
Contudo, parecem esses adeptos estar esquecidos que em Alvalade havia pedaços de relva a soltarem-se em pleno Setembro, altura essa em que não chovia, enquanto que a Luz apresentava um relvado perto da perfeição. Esquecem também que todos os anos tem sido a mesma coisa, ou seja, queixas em cima de queixas acerca da relva, o que invariavelmente tem levado à substituição do relvado.
Com as cargas de água que têm caído é normal que os relvados estejam longe de se apresentarem nas melhores condições, nomeadamente a Luz.
 
por Jota às 12:36 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Dezembro 21, 2009
Óinc, óinc
Hoje fui a uma pocilga virtual, para a qual não ponho link por respeito aos leitores (mesmo aqueles que não o merecem), guiado por um skipper de elevado nível que se faz acompanhar dum marinheiro -morcão - d'água-doce. Os comentários, como diz o skipper, são uma delícia. Nomeadamente aqueles que classificam o Benfica como uma equipa que demonstra uma agressividade premente. Eles, que têm o Parte-pernas profissional da 1ª Liga. É preciso ser muito burro, muito estúpido e muito cretino para dizer tamanhas alarvidades. Enfim, é preciso ser portista*.

*com as devidas desculpas aos (mitos que versam sobre a existência de) portistas que acham que o Bruno Alves devia ser banido do futebol. Estou curioso para ver se há por aí algum.
 
por JAS às 20:07 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Então isto é que é "prostituição intelectual"...
"Terminar o ano em primeiro lugar é sinal de trabalho bem feito."

D. Domingos Paciência

Sem dúvida, senhor Bispo. Só faltou mesmo dizer quem é que o fez. Ou está realmente à espera que alguém acredite que esta obra é sua?
 
por JAS às 19:49 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
O meu jantar no inferno
Isto de ser profeta tem muito que se lhe diga. Há uns dias aticei as chamas e profetizei tacitamente a nossa vitória. Certo, certo, não escrevi "vamos ganhar por um a zero", mas deixei bem claro que a vitória era o único resultado possível e plausível. Assim foi: ontem, ganhámos. Nada que me surpreenda, devo avisar. Ganhar ao Fóculporto só é, como diz o VLX, inesperado porque os sessenta e um mil e quinhentos que ontem festejaram o golo naquele estádio passaram o resto do tempo com as mãos nas carteiras. Mas como é que alguém poderia roubar tanta carteira junta? Fácil, leitor. Já ouviu daquela magia feita com galinhas pretas? É parecido, mas, neste caso, mete um boi. Que, ontem, parece não ter aparecido. Não foi, certamente, por falta de oportunidades.

A grande profecia, porém, estava reservada para ontem. Bilhetes marcados e comprados, tanto no avião como no Estádio, faziam antever uma noitada gloriosa. Entro no avião, à pressa, às 5h05, eventual hora de partida. Estamos em Bruxelas, recordo. Um nevão intenso imobiliza a Europa. Dois vôos tinham sido cancelados, mas parecia que o meu ia partir. Mais uma prova irrefutável de que Eusébio é inegavelmente benfiquista. O avião, porém, não se mexia. Até partirmos, tudo seria possível. E foi: a determinada altura, o comandante avisa-nos que estamos à espera de um energúmeno. E esperamos. De um vôo que chegaria a Lisboa com vinte minutos de atraso passamos para um vôo que chega com hora e meia. O energúmeno chega. São vinte, não um. Todos exibindo uma calma bovina. Eu, em sofrimento, arrancando as cabeças aos dedos e aquela gente em passo de manada, tentando fazer caber as malas com claro excesso de peso nos compartimentos (escusado será dizer que sem polegares oponíveis é mais difícil).

Ponderei as minhas hipóteses: será que me levanto e incito ("F***-se, mas essa merda é para despachar ou quê, pá? A minha vida não é isto!") ou deverei permanecer sentado, evitando dar às hospedeiras motivos para chamar a polícia? Optei pela segunda, mas só porque a piada da "bomba de Speculoos" que já tinha feito no controlo - quando, a correr que nem um desbragado para o avião, a vaca (sempre a bovinidade) da segurança resolve revistar-me de cima a baixo e ficar-me com o doce - poderia obrigar-me a ficar em terra.

O vôo lá levantou e eu lá cheguei a Lisboa, a quinze minutos do fim do jogo, não sem antes ter passado vinte minutos às voltas no ar por causa do... "vento". Quando aterrei, pude verificar que a letargia da manada se agravara. Tirar as malas revelava-se ainda mais difícil do que pô-las. Curiosamente, os elementos mais letárgicos estavam estrategicamente colocados à minha frente, dando dois dedos de conversa entre as moscas. Um deles lá me deixou passar e fui então avisado que o Benfica, o glorioso Benfica, estava a ganhar. Corri ainda mais depressa, na convicção tola de que ainda poderia chegar a tempo, convicção essa que a demora na chegada da minha mala desvaneceu. Não cheguei a tempo do jogo, mas ainda vi, pela televisão, a dança (deverei dizer "baile"?) de Javier e David.

Conclusão? Jantei Pringles com Ice Tea gasoso (invenção que só os belgas poderiam patentear), a não sei quantos mil metros de altitude, no meio dum nevão absurdo, sem conseguir saber uma única notícia do jogo ao qual deveria estar a assistir. Se alguém se conseguir lembrar de maior inferno do que este, a caixa de comentário é já aí em baixo, se fizerem o obséquio.
 
por JAS às 10:57 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Com classe...
Fomos melhores, mesmo sem contarmos com algumas pedras fundamentais. E ganhámos sem espinhas...

PS: "Aquilo" é a poderosa equipa do Porto? Fraquinhos... e com medo...
 
por Jota às 09:06 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Dezembro 20, 2009
Tonight, I'll dine in Hell! *

* se a merda da neve me deixar!
 
por JAS às 09:32 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Dezembro 18, 2009
A Troca
Hertha-Benfica
Everton-Sporting


Uma pequena ironia, esta troca de adversário na Liga Europa...
 
por Jota às 13:59 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Muito talento mas muito pouca inteligência
Esta é a melhor definição que encontro para Di Maria.
Ontem tirou grandes momentos da cartola, donde se destacam os golos e a monumental chapelada que acaba na barra, mas acaba por borrar a pintura com aquela tentativa de passe bonito (mas tremendamente estapafúrdio pelo sítio onde é feito) que dá o golo do AEK.
 
por Jota às 08:58 | Link | 7 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Dezembro 17, 2009
Dedicada ao Santos Neves e ao seu artigo de hoje n'A Bola

Bardamerda ide!
 
por JAS às 09:04 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Isto não é futebol, mas também tem a ver com futebol
Lê-se hoje n'A Bola que a Red Bull Air Race se vai mudar para Lisboa. Pessoalmente, fico fascinado. Nada me entusiasma mais do que uma chusma de gente sem nada para fazer que entope zonas de circulação em dias de fim-de-semana para ver acrobacias aeronáuticas. Aliás, entre os Santos, as meias-maratonas, as mini-maratonas, as maratonas assim-assim e aquelas em que se transforma uma ponte para veículos numa ponte para peões, com participação exclusiva do pateta que faz de Primeiro-Ministro e transmissão em directo na televisão pública, o meu entusiasmado coração tem dificuldades de opção. Agora que a toda esta emoção se junta a Red Bull Air Race, pior ainda!

Tenho a certeza que esta corrida aeronáutica é um evento de grande projecção internacional (e nacional, apesar de nunca nenhum avião ter caído, o que certamente duplicaria o número de pessoas na assistência... fica a sugestão), que publicita o País e a cidade em que se realiza no grande palco mundial da aeronáutica, dessa forma atraindo turistas e investimentos e blá, blá, blá. Foi certamente por isso que o Porto ficou chateado por deixar de tê-la. E terá sido certamente por isso que os autarcas da região sugeriram uma "intervenção governamental", apesar de se tratar de uma iniciativa privada com, ao que parece, intervenção de empresas públicas, o que, mesmo assim, não me parece justificar que o Governo intervenha. A não ser, claro, que esteja em causa a saúde financeira do "amigo Joaquim", um belo cesto de robalos ou a necessidade imperiosa de usar o dinheiro gerado pelo evento para oferecer um centro de estágio ao clube da cidade vizinha.

A reacção de Rui Rio não se fez esperar: o país não se pode desenvolver se tudo for feito na capital. Concordo. E acrescento: excluída a capital, o país também não se desenvolve se for tudo feito na Naçon. Por isso, proponho que Lisboa organize a festa para o ano e, de seguida, sugira a transferência da entusiasmante corrida para Coimbra, por exemplo. Não vai acontecer, mas não era tão giro se acontecesse? Estou mesmo a ver a tirada do Presidente da Câmara do Porto: o país não se pode desenvolver se for tudo feito... hum, ahm... a... a Sul do Porto.

E onde é que entra o futebol? Bom, o futebol (clube do porto) dá a costumeira achega regionalista (e bairrista, saloia e patêga) à discussão. O problema do (FC) Porto não é apenas que a Red Bull Corrida Aérea não se faça lá para cima; o grande - diria mesmo, o enorme - problema do Porto (cidade e clube) é que a corrida se realize em Lisboa, o antro do proclamado Poder Central. Sob esta ideia se erigiram clubes, se deram consultas domiciliárias e se serviram cafés e chocolates. E, finalmente, se construiu um "legado" que vive, única e exclusivamente, do ódio ao Sul. Por isso é que, em Portugal, não existem Lisboa e Porto. Existem, isso sim, Lisboa e anti-Lisboa, realidade que o "futebol" português mimetizou e a que esta semana poderei assistir, no maior estádio do país, do maior clube do país, num escaldante Benfica - Anti-Benfica. Porque, não duvidem, é essa a única e verdadeira essência do FC Porto dos últimos, vá, trinta anos.

Por isso, meus caros jogadores do Benfica, depois da Red Bull Air Race, está na altura de voltar para Lisboa aquilo que é nosso por Direito: o título de campeão. E sublinho "Direito", visto ser de furto que falamos.


Ps. Depois de ler o artigo do Rui Moreira hoje, n'A Bola, e depois de ter tomado conhecimento da consternaçao que lhe causou ter perdido a porcaria da RBAR, so me apetece dizer: incha, porco! Mas como nao pretendo descer ao nivel dos percevejos que defendem o FC Porto, resta-me dizer, em jeito de antecipaçao ao classico, que, quem vai para o (FC) Porto, passa a ponte, passa o rio e continua a ir para a p*** que o pariu. Agora ja nao ve é a Red Bull Air Race.
 
por JAS às 08:19 | Link | 22 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Dezembro 14, 2009
Connosco quem quiser, contra nós quem puder. Ninguém pode.
Na minha juventude, costumava apanhar o 28 para a escola. Ora, o 28, metro de superfície (seja lá isso o que for) que atravessa a cidade de Lisboa (a parte que tem algum interesse, pelo menos), levava fauna de qualidade: drogados, ciganos, chungas, carteiristas, enfim, um literal fartar-vilanagem. Na altura, jovem pequeno e acagaçado, procurava evitar a chungaria e a ciganada, cuja curiosa apetência pela propriedade alheia, nomeadamente a minha, me desagradava. Como não era só eu, o hábito passava pela debandada geral quando chegava o arrastão, normalmente composto por um pateta de brinco com a capacidade intimidatória do Liedson. Eu, mais pateta do que ele, ao invés de lhe espetar um soco nos cornos, também fugia. E assim passei o liceu: amedontrado e a fugir. Tivesse eu tido a audácia de lhe cumprimentar a testa com os punhos e talvez hoje já soubesse duas coisas: primeiro, que este lixo vive do medo que instiga, baqueando ao primeiro sinal de resposta; segundo, que uma navalhada dá para aí uns doze pontos, sobretudo ali na zona da barriga.

Deu-me para partilhar com vossas excelências as minhas memórias da adolescência depois de ler o artigo do Domingos Amaral no Record. O Benfica - e os benfiquistas em geral - parecem completamente acagaçados perante o jogo com o FC Porto. Já toda a gente - contando comigo - veio vaticinar o descalabro causado pela ausência de Ramires e Cia., em jeito de aquecimento psicológico para a derrota que se avizinha. Até ontem à tarde, éramos os maiores. Hoje, com o FC Porto a um ponto, já somos novamente os piores.

Ora, não é preciso ser um génio para associar o adversário do segundo parágrafo ao adversário do primeiro. O FC Porto, no fundo, não é diferente dos chungas que gamavam no eléctrico (comparação que ganha carácter de mimetismo no que ao verbo diz respeito). Também ele vive e respira, sobretudo esta época, do medo - ilusório - que infunde nos adversários. E é desse receio que os benfiquistas, nomeadamente os da blogosfera, já padecem, acreditando - piamente - na derrota que se avizinha.

Pois bem, senhores, está na altura de pararmos de correr e sermos aquilo que bradamos que somos! Não era Guttman que dizia que os jogadores medianos, quando jogavam no Benfica, se transformavam? Ajudemo-los, então, a transformarem-se. Não somos nós a tal massa adepta que está nas neves das montanhas e no fogo do inferno? Estejamos, então, em todo o lado, sabendo acreditar e, mais do que isso, sabendo fazer com que outros acreditem. Façamos de nós e dos nossos jogadores a massa indómita que fez do Benfica o Benfica. É lógico que percamos? Senhores, se há desporto que subjuga a lógica, é o futebol. E se há clube que subjuga o futebol, é o Benfica.

No Domingo que vem, sem Ramires, sem Di Maria, sem Coentrão, transformemos o Carlos, o César e quem quer que esteja em campo. A chungaria chegará como chega sempre: confiante. Cabe-nos a nós preparar o terreno e, no momento adequado, brindá-los com o tal soco nos cornos. Se for para morrer, então morramos. Mas de pé, à Benfica, não rastejando, como as ratazanas que defrontamos.

Eu vou da Bélgica. Quem me acompanha?
 
por JAS às 00:56 | Link | 20 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Dezembro 12, 2009
Ha quem diga que o Olhanense esta a sofrer uma malapata...


...mas, neste jogo, o culpado parece ter sido a mala preta...
 
por JAS às 23:19 | Link | 8 tragédia(s) escrita(s)
Faltou-nos quase tudo
O árbitro apita para o final do jogo e o sentimento só pode ser de desilusão, apesar deste empate mesmo ao cair do pano.
Apesar do primeiro golo do Olhanense ser marcado na sequência de uma falta que não existe, assistimos em Olhão a uma caricatura daquilo que o Benfica tem sido durante a época.
Parece-me óbvio que isto está relacionado por um lado com a ausência de Aimar como cérebro da equipa, e por outro por esse papel ter sido atribuído a Di Maria.
Infelizmente, o argentino fez asneiras em todas as vezes que teve a bola nos pés. Como se isto não fosse suficiente, conseguiu sacar da cartola uma agressão que veio motivar a sua expulsão.
Se dependesse de mim, Di Maria seria severamente punido.

Para a semana temos a certeza que não podemos contar com Coentrão e Di Maria, talvez Ramires se junte aos indisponíveis. Junte-se a isto a lesão de Ruben Amorim e podemos dizer que vai ser difícil construir um meio campo para a recepção ao FCP
 
por Jota às 23:19 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
é o bicho, é o bicho, vou te lesionar...
O festival jà começou. Jà tentaram expulsar o Cardozo. A agressividade, tipica sabemos todos nos de onde, também ja se manifestou. Nao admira que ja nao haja clubes a sul: quando todos se vendem desta maneira aos senhores do Norte, nao ha nada que resista. Nomeadamente, a dignidade.

Ps. Minuto 90 e tal, comentario do pateta da SportTv, que passou o jogo a dizer imbecilidades: "Tengarrinha esteve perto de ajudar o clube que representa... e antes de mais o Olhanense, pois claro!" Sera preciso dizer seja o que for mais?
 
por JAS às 21:45 | Link | 9 tragédia(s) escrita(s)
Sporting perde 3 pontos na luta pela manutenção
Minuto 90: o guarda-redes da União de Leiria cai para perder tempo. Está 1 minuto no chão e levanta-se. Carvalhal, com a sua reconhecidíssima ganda classe, chama a mãe do árbitro de todos os nomes e mais algum. Entretanto este, o árbitro, dá 5 minutos de compensação (apesar de se ter jogado até ao minuto 98 e de entretanto ter sido já anulado um golo limpo ao Leiria...) e aí o homem perde as estribeiras.
Tudo normal. Pena é este tipo - Carlos Carvalhal - ter a memória curta e esquecer-se, por exemplo, na primeira jornada desta época, enquanto treinava o Marítimo (do qual, diga-se, foi despedido), do autocarro nunca antes visto que instalou no relvado do Estádio Luz e das sucessivas lesões que os jogadores simularam nesse jogo, por expressas ordens suas.
Na realidade, Carvalhal é um grandessíssimo palhaço. Está bem no clube que está.
 
por Mavs às 19:02 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Certezas
Não sei se vamos vamos golear hoje (sim, porque se ganharmos só por 1-0 lá vem a imprensa dizer que estamos em crise), citando o nosso treinador. A única certeza é que, se jogar, o David Luíz levará amarelo. Aposto que será no último lance do jogo e por protestos. Ou então expulsem-no no túnel, durante o intervalo. Isso é o que essa gente adorava, não acham?
 
por Mavs às 17:43 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Dezembro 11, 2009
See no evil, hear no evil, speak no evil
 
por Jota às 14:52 | Link | 12 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Dezembro 07, 2009
Vitória debaixo de água
Numa noite de dilúvio, 41 mil assistiram ao vivo ao regresso às goleadas.
E nem foi preciso um SLB massacrante e dominador (como nos jogos do Nacional ou do Leixões, por exemplo) para marcarmos 4 golos. A Académica trouxe uma atitude briosa e pouco vista na Luz por parte das equipas visitantes durante esta temporada, apresentado-se em campo sem excessivas preocupações defensivas, ou se quiserem sem autocarros a guardar a baliza, num jogo desinibido que a espaços conseguiu empurrar-nos para a área, sem no entanto criar reais situações de perigo para a baliza de Quim.
Tal postura, ainda que meritória, teve o inconveniente de abrir espaços que foram aproveitados primeiro por Cardozo e, num momento de puro espectáculo que fez as delícias do público, uma chapelada a Rui Nereu superiormente executada por Saviola.
Após o segundo golo o espírito dos "estudantes" quebrou, e enquanto o relvado o permitiu assistimos a um jogo seguro do Benfica e uma Académica que ia tentando atacar, mas sem efeitos práticos.
Resumindo, um hat-trick de Cardozo que o coloca na liderança destacada dos melhores marcadores com 14 golos. Aliás, o paraguaio marca mais do que dez (!!!!) equipas da Liga.


 
por Jota às 11:00 | Link | 26 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Dezembro 05, 2009
Bolas!
Alvalade tem menos um cepo
 
por Jota às 18:01 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Um insulto


POST REMOVIDO PARA ENSINAR AO AUTOR:

1) A NÃO ESCREVER POSTS DURANTE O PERÍODO DE EXAMES, PORQUE:

1.1) IMPEDEM O ESTUDO
1.2) HÁ MUITO MENOS TEMPO PARA PESQUISA

2) A FAZER MELHOR A PESQUISA, NÃO CONFIANDO APENAS NO PRIMEIRO SITE QUE ENCONTRA.


Ao Anónimo que forneceu os dados correctos (efectivamente, foi Moraes, e não Vicente, quem lesionou Pélé e era José Pereira, e não Costa Pereira, quem guardava as redes da Selecção de 66, o que não o impede, ainda assim, de ser muito melhor que qualquer um dos gebos que hoje lá põe os coutos, como se viu, ontem, no golo do Leixões), um agradecimento.
 
por JAS às 13:32 | Link | 12 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
3 em linha
Vitória de Guimarães - FC Porto, Jorge Sousa (Porto)
Leixões - Sporting de Braga, Olegário Benquerença (Leiria)
Benfica - Académica, Cosme Machado (Braga)

E depois digam que a arbitragem é comandada por gente séria!!!
 
por Jota às 16:26 | Link | 28 tragédia(s) escrita(s)
BATEu, mas pouco
A vitória de ontem além de ter garantido a passagem aos 16 avos-de-final da Liga Europa e a liderança no grupo (evitando-se as equipas mais complicadas que transitam da Champions) foi igualmente importante pelo belo jogo que o Coentrão fez (será que isto significa "cura" de banco para o Dí Maria?) e porque o Filipe Menezes mostrou que pode ser uma alternativa válida ao Aimar.

Obviamente, esta vitória serviu também para silenciar durante algum tempo os profetas da desgraça. Há uma clara diminuição nos comentários anti-Benfica após cada vitória...
 
por Jota às 09:34 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Novembro 30, 2009
Queriam imagens do túnel? Aqui estão elas!
Tivémos oportunidade de ver o que aconteceu no acesso ao túnel e estranhámos o as decisões do árbitro.
Contudo, não tínhamos forma de saber o que tinha acontecido para lá da linha lateral. Agora, mais uma vez por "cortesia" da SIC, temos acesso a uma das câmaras (??) do túnel. De novo (e acrescente-se, sem qualquer surpresa...), parece que o relatório do árbitro descreve um qualquer intervalo que não o do Braga - Benfica.
Assim, neste momento cabe a quem de direito apurar a verdade.
Sabemos que tal nunca foi um objectivo primordial no futebol português, mas da conjugação deste vídeo com o que vimos passar-se na linha lateral, parece-me razoável que se queira perceber o que motivou a expulsão de Cardozo (que até está calmamente no canto direito da imagem, quietinho), e o que terá levado o auxiliar a permanecer calado, já que viu tudo o que aconteceu junto à linha lateral.
Da minha parte, só posso esperar uma exemplar punição para a equipa de arbitragem. Contudo, os dois jogos de castigo a Cardozo já ninguém os tira!


 
por Jota às 11:41 | Link | 10 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Novembro 29, 2009
A Realidade
Por mais que o Jesus tente contornar a situação (e é natural que o faça), um empate em casa do 8º classificado é, manifestamente, um péssimo resultado. O que vai ficar para a História é que o Benfica não conseguiu ganhar a um clube já de si ridículo e cuja equipa, este ano, é pior que miserável.
 
por Mavs às 03:10 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Novembro 28, 2009
Em jogo
Minuto 35: Liedson recebe a bola em situação perigosa e os comentadores da Antena 1 entram em processo pré-ejaculatório. O fiscal-de-linha interrompe a jogada por fora-de-jogo do internacional-que-não-é-suficientemente-bom-para-jogar-na-Canarinha-e-portanto-tem-de-jogar-na-Escreção. Todos - sem excepção - manifestam as suas "muitas dúvidas" em relação ao fora-de-jogo, mas pedem a um tipo chamado Gonçalo que verifique. Comentário do Gonçalo? "Praí dois metros fora-do-jogo". Ipsis verbis. Início do "período com gelo" para os comentadores da Antena 1.

Minuto 40: o Gonçalo, gajo já conhecido por não fornicar nem sair de cima (pelo menos no que respeita a este jogo em particular), grita, eufórico, em plena ejaculação precoce, que havia penalty sobre Liedson. E é dos que não deixam dúvidas!, porque David Luis tinha um braço no peito e outro no pescoço de Liedson, o que estaria muito bem se David Luiz não estivesse lado a lado, correndo, com Liedson, o que torna um bocadinho complicado a colocação dos braços nestas posições. De resto, nem o naturalizado reclamou, o que já de si diz muita coisa. Quando o mergulhador mais experiente da Liga Sagres (e o segundo melhor fiteiro, atrás do destacadíssimo João Moutinho) não esboça sequer uma tentativa de reclamação, sabemos que não há, no mundo, alguém minimamente são capaz de ver ali um penalty. O que diz muito do Mundo. E do Gonçalo.

2ª Parte -

25 minutos: Javi Garcia supostamente agride Vukcevic e Proença não o expulsa. Ainda não tive oportunidade de ver o lance, mas tenho a dizer que a benevolência de Proença me assusta. Geralmente significa que depois vai ter de haver "compensação". A ver vamos...

Minuto 30 - Lá está a compensação de Proença. A mão de Polga é daquelas que, para citar o Gonçalo, "não deixa dúvidas". Proença estava lá, Proença viu, Proença preferiu não ver. Não admira. Polga já tem um amarelo. Era chato. Pois era. Tomem lá a compensação (curioso o comentário imediato do "relatador": "É bola na mão. Polga não se mexe. Foi muito à queima." Parcial? Quem, eu?)

Minuto 35 - A isenção dos comentadores é tanta que, em jogada perigosa de Ramires, o auxiliar demora um bocadinho a levantar a bandeirola. Comentário imediato? "Fora-de-jogo! Bem, o auxiliar levantou a bandeirola devagarinho". Corrige o colega: "Pois, é que está a assinalar pontapé de baliza!" Pergunto eu: onde é que foram buscar estes senhores? À Academia?

Minuto 41 - "É tão tenrinho, aquele Pedro Silva! Tão tenrinho!" Sem (mais) comentários...
 
por JAS às 22:08 | Link | 13 tragédia(s) escrita(s)
Ó Mavs, já deste isto à criança?


Qual "subsídio" de natalidade, qual carapuça! Coisas destas é que fazem um gajo querer ter filhos! Isto e a possibilidade de usar expressões como "no mês X, vamos ser seis milhões e um" (com a devida vénia ao devidamente identificado autor da frase)
 
por JAS às 15:56 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Novembro 24, 2009
De novo o Guimarães
Para todos aqueles que lamentaram a falta de umas palavras sobre o jogo de domingo... infelizmente perdemo-lo. Satisfeitos?
Falando a sério, foi uma exibição diferente dos moldes a que estamos habituados já que o Benfica não jogou com a dinâmica, exuberância e velocidade que tem pautado as suas exibições esta época. Se a isto juntarmos um avançado nada rotinado com a forma europeia de se jogar futebol (e que por isso o torna pouco mais que inofensivo), e um guarda-redes que defendeu tudo o que foi à baliza, temos os ingredientes para a primeira derrota em casa.
Acontece, há que levantar a cabeça e seguir em frente. Digam o que quiserem, não é esta derrota e eliminação da Taça que elimina o caminho virtuoso que o Benfica tem feito esta temporada.

Contudo, quis o Destino que tivéssemos uma hipótese de reabilitação. Assim, no sorteio para a Taça da Liga, para além do já falado Guimarães, temos o Nacional (boas memórias do jogo na Luz para o campeonato) e o Rio Ave. Em suma, 3 ossos duros de roer.

Acredito que o Benfica dominador e avalassador que temos visto em grande parte desta temporada pode superar com relativa facilidade este desafio.
E agora que já não é possível a dobradinha Campeonato - Taça, espero que façamos vistosa figura nas duas Taças (Liga e Europa) que ainda disputamos.
 
por Jota às 17:54 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Novembro 18, 2009
Ir às Páginas Amarelas dá nisto
 
por Jota às 09:23 | Link | 10 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Objectivo: Manutenção
Parece que o escolhido é o Carvalhal! Pausa para rir. Nova pausa para rir.
Mas, pensando bem, a escolha do cotonetes parece acertadíssima. Na realidade, o grande objectivo do ex-clube-que-pensou-um-dia-ser-grande para esta época passa, essencialmente, pela manutenção na Primeira Divisão. Sem qualquer espécie de gozo. E este (vamos chamar-lhe de...) "treinador" tem a grande vantagem de saber como colocar não um autocarro mas três camiões-tire de forma a que consiga empatar connosco. Ou já não se lembram da primeira jornada?
 
por Mavs às 03:37 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Novembro 14, 2009
Homenagem sob a forma de questão ao ilustre passado em Manchester do não menos ilustre actual seleccionador nacional
Portanto, se o Estádio do Dragão leva 40 mil pinos e coletes e se o Estádio da Luz leva 65 mil - pinos e coletes, bem entendido - qual dos dois Estádios é que levará maior número de pinos e coletes no jogo (que deveria ser treino) que Portugal vai realizar contra a Bósnia?
 
por JAS às 21:37 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Novembro 11, 2009
As escutas da Nação
No processo Apito Dourado, houve uma série de escutados. Entre eles, Pinto da Costa e Luis Filipe Vieira (para vos sossegar o facciosismo). Árbitros eram escolhidos em ambas e, nas do primeiro, havia mais qualquer coisinha, como a determinação de que árbitros iam apitar que jogos. A Liga, cujo então Presidente da Mesa da AG, se bem me recordo, também estava implicado, fez tábua mais ou menos rasa e os regulamentos absolutamente repugnantes que regem o futebol português (e as tentativas de adulteração do mesmo) trataram do resto. Parte (minoritária) da opinião pública rejubilou. Naturalmente, são nulas e, como tal, nem sequer se lhes discute o conteúdo. Para quê, se são nulas?

O PM José Sócrates foi apanhado com o sôtor Armando Vara numa conversa entre e sobre amigos. Nomeadamente, sobre o amigo Joaquim, personagem que parece gozar de grande reputação, tanto no meio futebolístico, como no meio político (curiosamente, dois meios de uma idoneidade a toda a prova). As escutas, por serem feitas ao PM, são nulas. Faltava a dita "autorização" do STJ que, sem mais, lhes declarou a nulidade e, como tal, a irrelevância jurídica.

Não me perguntem por que razão juntei ambos os exemplos. Tenho a certeza que vos dirão que um e outro não estão em nada relacionados. E, mesmo que estejam, o STJ já lhes declarou a nulidade. Qual é a relevância de discutir o conteúdo de uma coisa completamente irrelevante? Absolutamente nenhuma, como é evidente. Agora, como antes, não passa tudo de uma cabala salazarengo-benfiquista. Os néscios, pelo menos, gostam de pensar assim.
 
por JAS às 17:46 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Descobertas



Não é que fossem necessárias mais provas de que o Coroado, enfim, é um zero à esquerda. Mas é sempre bom não esquecer.
 
por JAS às 12:02 | Link | 8 tragédia(s) escrita(s)
Robert Enke, 1977 - 2009

 
por Jota às 09:14 | Link |